sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Pio XII também foi às ruas dizer "Não ao Golpe, Sim à Democracia"





Ontem de manhã, na Praça do Gavião, realizou-se em Pio XII um ato público em defesa da democracia. O ato foi organizado pela Frente de Esquerda Contra o Golpe e em Defesa da Democracia. Assim como aconteceu em várias cidades do país neste 20 de agosto, em Pio XII, representantes de várias organizações foram às ruas para denunciar a farsa  do movimento pelo impeachment de Dilma e a necessidade de se defender a democracia diante da ameaça de golpe.
Eliane, Diretora Geral e de Juventude do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, destacou a Marcha das Margaridas, que não foi notícia na grande mídia, apesar de 70 mil mulheres terem ocupado as ruas de Brasília na semana passada para dizer não ao golpe.
Um dos fundadores históricos do Partido dos Trabalhadores em Pio XII, o senhor Antonio Rodrigues, lembrou as lutas de outros tempos e enfatizou que até a autonomia da Polícia Federal para fazer investigações foi graças ao governo Lula.
Regina, representando a Associação de Moradores da Vila Santana, destacou que sente no dia-a-dia a melhoria de renda dos mais pobres, fruto dos governos Lula e Dilma. Aspecto também enfatizado por Jailson, representante da Central da Juventude.
Annes Lima, representando o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, Renilson Silva, presidente do Partido dos Trabalhadores em Pio XII, Gilson Assis, gestor do Centro de Ensino Professor Rafael Braga, Zezinho do Bacuri, do Partido dos Trabalhadores, Ivanice, representando a Associação de Mulheres do bairro Santo Antonio e o editor deste blog, Gilcênio Vieira, destacaram as conquistas sociais alcançadas, mas que é preciso barrar o ajuste fiscal. Todos foram unânimes em dizer “não ao golpe, sim à democracia”.
 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Frente de Esquerda convoca educadores para lutar contra o golpe




Projeto do senador José Serra quer entregar o nosso petróleo para os capitalistas estrangeiros. E o que é que os educadores têm a ver com isso?

16 de agosto foi um dia de manifestações contra a presidenta Dilma e o Partido dos Trabalhadores. Porém, quem acha que tais manifestações são pelo fim da corrupção e pela moralização da política está redondamente enganado. Prova disso é que os atos não mencionaram o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, apesar dele ter sido citado na Operação Lava-Jato, envolvido no pedido de uma propina de 5 milhões de dólares.
Os atos pelo impeachment de Dilma escondem algo mais. Eles, de fato, representam uma campanha orquestrada pela direita mais inescrupulosa, que pede inclusive a volta da ditadura militar, e pelos capitalistas interessados em se livrar da presidenta para recolocar em prática os planos do PSDB de privatizar a economia nacional, principalmente na exploração do pré-sal. Não é coincidência que organizações que convocam os atos contra Dilma, como o “Movimento Brasil Livre” e o “Estudantes pela Liberdade” sejam financiados por empresas estrangeiras.
Como também não é coincidência que seja de autoria do senador José Serra, do PSDB, o Projeto de Lei nº 131/2015, que abre espaço para a exploração do nosso petróleo por empresas estrangeiras, o que pode levar à perda de 25 bilhões por ano referentes a recursos que deveriam ser investidos na educação para a efetivação do PNE (Plano Nacional de Educação). Se aprovado o projeto do PSDB, o PNE fica completamente inviabilizado.
Dessa forma, os educadores não podem ficar indiferentes à atual situação política nacional, em que setores da burguesia e da direita tentam dar um golpe contra o governo Dilma para facilitar a exploração das riquezas nacionais pelos capitalistas estrangeiros e retirar conquistas sociais que possibilitaram nos últimos anos a melhoria de vida dos mais pobres.
Educadores, não podemos ficar passivos. Com golpe e sem a efetivação do PNE, a educação brasileira sofrerá um grave retrocesso.
Participe do ato público contra o golpe e em defesa da democracia, na próxima quinta-feira, 20 de agosto, às 11 horas, na Praça do Gavião.

Pio XII, Maranhão, 18 de agosto de 2015.

Frente de Esquerda Contra o Golpe e em Defesa da Democracia

domingo, 16 de agosto de 2015

Criada em Pio XII “Frente de Esquerda Contra o Golpe e em Defesa da Democracia”




Na manhã de ontem, 15, foi criada em Pio XII a “Frente de Esquerda Contra o Golpe e em Defesa da Democracia”. A Frente é um movimento que tem como objetivo contribuir com a mobilização dos trabalhadores e das organizações de esquerda contra as tentativas de golpe ora em curso em nosso país.

Sob o disfarce de criticar o governo por corrupção e pedir o impeachment de Dilma, os atos contra a presidenta são financiados pelo PSDB, derrotado na última eleição, e por grandes empresários estrangeiros interessados no petróleo brasileiro. Não é coincidência que é do senador senador José Serra, do PSDB, um projeto de lei que abre espaço para empresas estrangeiras explorarem o pré-sal e compromete os royalties do petróleo na educação, inviabilizando na prática o Plano Nacional de Educação.

Também não é coincidência que os atos contra Dilma poupem o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, apesar de citado na Operação Lava-Jato por pedir uma propina de 5 milhões de dólares.

A real intenção das maquinações golpistas é tirar do poder um governo legitimamente eleito e fazer retroceder as conquistas sociais obtidas nos últimos anos, em que os mais pobres tiveram a sua renda elevada, mais acesso à universidade e mais chances de adquirir a casa própria. Entre os “revoltados” contra a presidenta Dilma observa-se uma cambada de gente intolerante, que torce o nariz para pobres, negros e nordestinos que melhoraram de vida, sem falar nos que pedem abertamente a volta da ditadura.

Assim, o golpe visa colocar no poder uma burguesia ainda mais reacionária, que além de escancarar o país para os magnatas, pretende criar leis que aumentem a exploração dos trabalhadores.

Agenda contra o golpe
A “Frente de Esquerda Contra o Golpe e em Defesa da Democracia” organizou uma série de atividades na próxima semana, como a publicação de uma nota à população, veiculação de mensagens na imprensa e que culminarão com um ato na quinta-feira, 20, na Praça do Gavião.